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Em Busca De Uma Vida Melhor

Em Busca De Uma Vida Melhor

11
Jan08

Dieta RastaFari

EbduVm

As leis de dieta e de higiene foram formuladas para acompanhar a doutrina religiosa Rastafari.

Um verdadeiro Rasta não poderia ingerir álcool, tabaco, qualquer tipo de carne (especialmente porco), assim como crustáceos, caracóis, espécies marinhas predadoras, e muitos temperos comuns, como o sal.

Resumindo, tudo que não fosse "Ital", um termo Rasta que significa puro, natural ou limpo, seria proibido.

Outro costume proibido era o de cortar ou pentear os cabelos. Essa tradição religiosa Rasta também é fundamentada em directrizes sagradas, que determina aos seguidores da Filosofia Rastafari que não cortem ou penteiem os seus cabelos e barba.

Para aqueles que não seguem a filosofia, a aparência Rasta pode não parecer muito higiénica ou bonita para os padrões da sociedade.

Mas Rastas serão sempre Rastas, não importando para eles a opinião alheia a respeito dos seus costumes. 

 

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10
Jan08

Leão de Judá

EbduVm

O Leão de Judá representa Haile Selassie I, o Conquistador. Este representa o Rei dos Reis, pois o leão é o rei de todos os animais.

Selassie I, na sua visita à Jamaica, em 21 de Abril de 1966, disse que o movimento Rasta não devia procurar a repatriação para a Etiópia sem primeiro libertar o povo da Jamaica.

Etiópia é vista como o Monte Sião, terra sagrada, onde o Novo Mundo terá início. Esta revelação antecipou novas formas de Rastafarianismo:



 

O objectivo é não só a salvação pessoal como também a ajuda à salvação dos outros.

09
Jan08

Características dos Rastafaris

EbduVm

Ital

Comida Ital (comida vital e total) é o alimento Rastafariano instituído por Jah. Este tipo de alimento é caracterizado por nunca ter contactado com químicos, sendo natural.

Os melhores cozinhados são aqueles que são confeccionados sem sais e condimentos, pois possuem maior quantidade de vitaminas, proteínas e força vital.

As suas bebidas são maioritariamente herbais (como os chás). O licor, leite ou café são vistos como pouco saudáveis.

 

Frases célebres:

 

"Todo o que não tem barbatanas ou escamas, nas águas, será para vós abominação. "

 

"Melhor é a comida de ervas, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio."

 


 

 

Ganja

 

Ganja, marijuana, cannabis é uma erva medicinal milenar usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados.

Alguns Rastas escolhem não a usar, enquanto que outros sustentam o seu através de:

 

Génesis 1:29: “Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.”

 


 

 

Marijuana: O fumo da sabedoria


    De facto, a erva "ganjah" (marijuana) foi reconhecida como "o fumo da sabedoria", e líderes Rasta determinaram que ela seria fumada como um ritual religioso, alegando que fora achada crescendo na cova do Rei Salomão e citando passagens bíblicas, para atestar suas propriedades sagradas:




"Ele criou a relva destinando-a ao gado, e a erva à serviço do Homem, de forma que trará comida farta pelo mundo afora".

 

Dreadlocks (Rastas)

 

O aspecto mais saliente de um(a) Rasta são os dreadlocks, canudos fortes, que não são escovados ou penteados, mas cuidadosamente mantidos e lavados por quem os usa.

É o símbolo da união com Jah e do empenho numa vida justa e natural.

 


"Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem danificareis as extremidades da vossa barba".
08
Jan08

Nove Princípios dos Rastafaris

EbduVm

1)    Têm fortes objecções em relação a alterações à figura do ser humano: corte e tratamento do cabelo, tatuagens na pele, cortes e cicatrizes com marca tribais.

 

2)    São maioritariamente vegetarianos, dão pouco uso às peles dos animais, contra o consumo de carnes suínas, peixes de concha, peixes sem escamas e caracóis.

 

3)    Veneram Rastafari proibindo todas as outras formas de adoração pagã, mas respeitando-as.

 

4)    Amam e respeitam a irmandade da humanidade.

 

5)    Desaprovam e rejeitam o ódio, os ciúmes, a inveja, o engano, a fraude e a traição.

 

6)    Desaprovam os prazeres da sociedade moderna e todos os males dela decorrentes.

 

7)    Têm a obrigação de criar uma nova ordem mundial de Irmandade.

 

8)    O seu dever é expandir a caridade a qualquer ser humano que esteja em dificuldade, primariamente aos que sejam rastafarianos e só depois a qualquer outro homem.

 

9)    Respeitam as antigas leis da Etiópia.

 


07
Jan08

Rastafari - Origem

EbduVm

Rastafari é um movimento que prega o retorno dos negros à terra natal dos seus antepassados, África.

Este movimento proclama Haile Selassie I, Imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (algo do que os abraamicos chamam de Deus).

O nome Rastafari tem a sua origem em Ras (príncipe ou cabeça) Tafari Makonnen, o nome de Haile Selassie I antes da sua coroação.

O Rastafarianismo surgiu na Jamaica nos anos 30 entre a classe trabalhadora e os camponeses negros.

Iniciado por uma interpretação da profecia bíblica, onde os escravos negros assistiam ao regresso de Deus à Terra, como homem vivo, este movimento marca o início da redenção e da libertação.

A Fé Rastafariana é uma forma de vida, com muitas ligações à fé judaica e cristã, onde quase todos os seus fieis têm as suas próprias ideias acerca das coisas. Os Rastas acreditam que Jah (Deus) se mostra sob forma humana de tempos a tempos.

Estes levantam a voz contra a opressão, pobreza e desigualdade, não apenas a ideias religiosas, mas também a problemas globais.

O movimento rastafari é considerado um movimento apocalíptico, acredita que o Novo Reino está prestes a chegar, reino esse, que trará a redenção da humanidade e de África.

Os Rastas libertaram a Bíblia, tornando-a numa realidade viva para os povos do mundo, com a sua própria interpretação.




06
Jan08

Semana Rastafari

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Esta semana vai ser dedicada aos Rastafaris, vão ser publicados diariamente vários conteúdos acerca da cultura Rastafari. Estejam atentos!




 

17
Nov07

Histórico dos Movimentos Anarquistas

EbduVm
O anarquismo desempenhou um papel significativo em muitos dos grandes conflitos ocorridos durante a primeira metade do século XX.
Podemos tomar como exemplos os seguintes acontecimentos:
·         Em 1917 durante a Revolução Russa, verificou-se uma tentativa da  implantação do anarquismo na Ucrânia, tentativa essa, que acabou por ser aniquilada pelo Estado de Lenin.
·         Em 1932, os anarquistas organizados numa espécie de confederação anarco-sindicalista, impediram um golpe militar fascista bem sucedido na Catalunha, tendo sido os primeiros a organizar um movimento para impedir o avanço dos fascistas que, se traduziu na Guerra civil espanhola, durante a qual os anarquistas controlavam um grande território pertencente a Espanha.
·         Após a Segunda Guerra Mundial o movimento anarquista perdeu a sua influência sobre o operariado nos vários países europeus.
Embora o anarquismo tenha perdido alguma da sua influência, continuou a gerar revoltas populares que decorreriam durante a segunda metade do século XX.
 
Anarquismo em Portugal
No final do século XIX ocorreu em Portugal o desenvolvimento de grupos anarquistas, que contribuíram para o derrube da monarquia em 1910. Após este acontecimento, instituiu-se a Primeira República, durante a qual foi fundada a Confederação Geral dos Trabalhadores, que se revelava tendencialmente sindicalista revolucionária e anarco-sindicalista.
Mais tarde, com a instauração da Ditadura Militar em 1926, e depois com a Ditadura de Salazar, foi proibida a actividade dos grupos anarquistas, tendo passado os libertários a se expressarem clandestinamente, sendo alvo de constantes perseguições.
Finalmente com o 25 de Abril de 1974 verificou-se um ressurgimento do movimento libertário, embora a sua manifestação tenha ocorrido de forma mais branda. 


17
Nov07

História do Anarquismo, de Jean Prepósiet

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        Comentário:
A partir da análise das filosofias que estão na origem do pensamento libertário, Jean Preposiet escreveu o seu primeiro quadro histórico completo dos anarquistas no Ocidente.
Ao longo do livro o autor aborda: o percurso político de alguns dos fundadores deste movimento tais como: Proudhon, Stirner, Bakunine ou Malatesta, como também faz uma análise relativa ao papel dos anarquistas durante a revolução russa e na guerra de Espanha.
Neste livro existe ainda espaço para uma análise das várias correntes anarquistas ou libertárias: (antimilitarismo e pacifismo, niilismo e terrorismo, anarco-sindicalismo, situacionismo, ecologia, antiglobalismo) que continuam a mover as sociedades ao longo dos séculos e que colocam a questão da liberdade dos homens que será para sempre eterna.
16
Nov07

Questões frequentes aos Anarquistas

EbduVm
A Instrumentalização da violência
Os anarquistas defendem que a violência contra os indivíduos é uma manifestação de autoridade e vai contra todos os princípios do anarquismo, então, se os anarquistas defendem a não-violência como são explicados os assassinatos praticados por alguns deles?
Segundo o ponto de vista dos anarquistas, a violência surge como necessidade de legítima defesa face ao abuso praticado pelo estado, apesar de, para muitos, esta ser uma manifestação de agressividade e rebeldia que não produz qualquer efeito sobre os órgãos que mantêm a sociedade.
 
Anomia
Anomia não é mais do que, a concepção comum de anarquismo, segundo o qual, este movimento se caracteriza pelo caos e pela desordem, contudo esta ideia é completamente negada pelos anarquistas, que, por sua vez, apontam o governo como principal fonte impulsionadora da desordem, confusão dentro de uma sociedade.

 

Religião e Espiritualidade
Os anarquistas negam a reverência de um deus absoluto, defendendo que o homem deve explorar o seu interior e a sua fé religiosa. Segundo os libertários aquilo que cada um pensa ou crê, não tem qualquer importância desde que a liberdade e os princípios anarquistas não sejam transgredidos.

Tecnologia
A tecnologia é vista pelos libertários segundo dois pontos de vista distintos. Por um lado, os anarquistas em geral não vêem a tecnologia como um mal, mas sim, como um instrumento de potencialidades humanas, podendo contribuir expressivamente para o desenvolvimento produtivo do trabalho. Por outro lado, existe uma versão anarquista denominada anarco-primitiva, que se opõe a qualquer tipo de desenvolvimento tecnológico, defendendo o aperfeiçoamento humano, seguindo métodos pré-civilizacionais.

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